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Patriotismo é coletivo de egoísmo ?

domingo, 26 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

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Bom, eu me considero uma excentricidade tendo em vista várias concepções e/ou atitudes discrepantes com o ''padrão tido como normal'' pelo cidadão médio.

Isso decorre do fato de que coisas que me interessam normalmente não interessarem às outras pessoas ou até mesmo a minha preferencia por estar/ficar em grupos pequenos de pessoas, não sou mto sociável embora adore sair (principalmente matinês) e fazer novas amizades.

Nunca subestimo um amigo, sei bem ser um ombro amigo quando esse precisa, odeio ser forçado a demonstrar afeto tão quanto ser subjugado por alheios. Odeio cretinos em todos os sentidos (difícil nesse país, né?) - as vezes me posiciono ''mais radicalmente'' contra meus desafetos, sou muito idealista, mas nas medidas certas, sistemas de ética me interessam. Prefiro acreditar no pragmatismo ao fatalismo, mas admito que ele eh falho vide argumentos nietzschianos.

Eu raramente me apaixono, mas quando isso acontece eu fico obssecado e não enxergo limites, odeio admitir, tanto que procurei privar paixões concretas nesse ''quem sou eu''. Aliás aprendi mto vide ''vivencias apaixonadas'' principalmente nesses 2 últimos anos - paixões suprem a racionalidade e devem ser evitadas. Acho a supressão da razão um grande erro.

Sou mto questionador, mínimos detalhes me interessam, criar teorias é meu maior hobby. Condeno o ficcionismo inútil a exemplo dos livros de literatura que só servem para nos dar o hábito de leitura. Tento nunca perder o controle da situação mas isso quase sempre é falho =/ mas procuro constantemente mecanismo inibidores disso que a exemplo do ciúmes (vergonhoso) podem ser ''agnosticados'' - acho que teria que me especializar em Freud para resolver todos os meus problemas psico-físicos mas existe uma difícil barreira de ser transcendida: o comodismo, eu não corro atrás das coisas, talvez por isso que eu costume passar aperto para passar de ano. =S

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

'descatracalização da vida’

Meu treino para o vestibular, eu fiz UM texto

''manifestação artística que questionava os obstáculos e as restrições do cotidiano.'

A finalidade da demonstração de uma catraca com o nome invisível é condenar a atitude do governo acerca das restrições do cotidiano.
Desde o século XVIII o ideal de liberdade, contido no lema da rev. francesa, já era vigente, numa época em que o governo subjugava a liberdade dos cidadãos de eleger seu governantes, visto que tratava-se de uma monarquia.

Já no século XIX a Liberdade vem a tona nos assuntos econômicos como o ''Laissez-Faire'' sustentado pela idéia de que a liberdade do mercado seria agente auto-regulador.

Nas políticas a liberdade irrevogavelmente assume papel de sustentadora da concretização da democracia, impedindo a monopolilização de opiniões e consequentemente condena o subjetivismo autoritário.

A liberdade de opinião atua como pacificadora das situações de risco, por meio da crítica pensando no futuro.

Não há sentimento que descreva a liberdade. A liberdade por vezes é geradora de felicidade, o ''carpe diem'', mas essa não pode nunca ser contrária aos sistemas de ética, nunca pode assumir algum risco ao convívio em sociedade.

sábado, 25 de setembro de 2010

inutilia truncat paradoxal

Inutilia truncat significa a eliminação do inútil na Literatura.
Fundo que o paradoxo constitua-se na própria literatura, enquanto propriedade.

No google, encontrei definições (prefiro chamá-las de pseudicas) para com Literatura:
1.elemento de transformação e conhecimento onipresente do mundo,
2. essencialmente ligado ao homem, ao seu próprio conhecimento.
3. melhora seu discurso
4. objeto de hobby intelectual

answers (theories):

1. vejo um pouco de razão em estudar essa área da Literatura, á medida que essa narra fatos hstóricos relevantes do mundo, se sendo este um objetivo da Literatura (dentro do seu contexto de divergencia) seria mais útil ampliar a matéria de História, pois já existe uma área específica para tal.

2. a literatura possui ligação com o homem, mas nao com o conhecimento, pelo menos nao tão estreita. Como pode-se algo exponenciado ao ficcionismo ser um mecanismo agregador de inteligencia ?Os livros literários costumam ser irrigados de ficções, isto é mentiras.

''ligado ao homem, ao seu próprio conhecimento'' - le-se também: ''como um espelho de si mesmo, ou como ele sendo um espelho da sociedade em si''.

O trecho descreve que a literatura possui uma função transformadora do mundo. Pensando em sistemas de ética, sabe-se que a literatura parte de objetos irracionais (vide tópicos anteriores) mas se esses objetos irracionais objetivam o bem-estar social como por exemplo o coorporativismo, todas as conclusões podem ser racionais. Em síntese: o bom uso da literatura é arbitrário.

3. Quanto a melhorar o texto concordo que desenvolver em qualquer sentido é benéfico somado ao fato de ser uma área cobrada nas redações do vestibular. Mas acredito que o desenvolvimento semântico de um texto deva ser posterior à coerência visto que muitas vezes nas redações são cobradas a argumentação e a resolução de problemas para uma sociedade. Em síntese: a argumentação deve ser desenvolvida antes à semântica visto que tão somente essa que apresenta a ''resoluçaõ do problema'' o objetivo formalista do texto.

4. É uma função pragmática atribuída à literatura, porém não é sensato assegurar o desenvolvimento intelectual.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dualidade alemã - 2º Grande Guerra

Considerando que hajam dois dois padrões tidos/vistos como normais na Alemanha: a inteligência e a frieza.
Trabalhando agora na personificação desses dois padrões: Einstein e Hitler, respectivamente. Dois intelectuais influentes e historicamente ligados à Alemanha.
Einstein expressa o padrão da inteligencia vide teoria da relatividade e Hitler expressa a frieza para com o qual genocidou os judeus.
A teoria é sintetizada por fatos ocorridos durante a 2° Grande Guerra Mundial:
- perseguiçaõ e genocídio de judeus
- humilhação economica alemã
Adequando a consideração do padrão bipolar alemao à descrita situação geratriz há duas formas distintas de interpretação para a isto a inteligível e a fria (enquanto propriedade).
- Inteligível Einstein percebe a disparidade economica entre o alemão e o judeu na Alemanha e curiosamente se converte ao judaísmo. Saliento que possa haver alguma relação entre inteligência e (leigamente falando) ''aceitar as coisas como são sem guerriar'' (dentro de um contexto de sistemas de ética).
- A fria (emocional) Hitler culpa os judeus pelo buraco cujo o qual se encontra a economia alemã visto que esses possuíam grandes empresas e pela prática de usura no empréstimo de recursos dos EUA (judeus ocupam classes altas nos EUA) para os países perdedores da 1º Guerra Mundial. Depois da ascensão de Hitler, o mesmo genocida os judeus. A realidade é que Hitler agia na política emocionalmente pois tratava-se de um apaixonado pela Alemanha, vide Mein Kampf e o fato de nunca precisar sair desse país a não ser por causa expansionista, some isto ao fato dele (Hitler) ter tido aulas com um professor anti-semita na infancia. Como complemento: sabemos que paixão é algo ligado com irracionalidade.

conclusão (resumo)

Hitler e Einstein representam frieza e inteligencia alemã, respectivamente. Com a situação geratriz, Hitler, por se tratar de um germanofílico agiu irracionalmente, iniciou a guerra e matou os judeus.
Einstein migrou-se para os EUA e lá criara a fórmula da bomba atômica e deu a mesma de mao-beijada a para Eisenhower explodi-la no Japão, não dando fim a guerra pois o Japão já havia se rendido, mas marcando o ultimo ataque armado.
Hitler iniciou a guerra agindo irracionalmente. Einstein com a criação da bomba atômica) só ratificou o cessamento da mesma com uma sutileza reflexo de sua inteligencia.
No começo a Alemanha sozinha estava 'dando conta' de frança e inglaterra. Logo, ignorando a presença destes e da Itália que traiu a Alemanha.
Relação inteligencia-criatividade

É normal que se tenha a idéia de juízo da inteligência por nota em prova ou gosto por coisas ditas como 'de nerd', que já é uma errata visto que o sentido literal de nerd é: pessoa sem vida social, podendo ou não tirar notas boas.

Todavia, ainda não há uma definição universal para a inteligencia.

Então para retroagir nesse campo ainda sem definição, podemos apenas fazer comparações a fim de estabelecer um pseudo-padrão de inteligencia - - - penso eu - - -.

Inteligencia tem basicamente relação-estreita com genética e estímulo.

Genética, entenda o enclave genético como imutável, logo se você não nasceu com 'razoável' inteligencia nesse enclave, não pense que voce poderá desenvolver tão fácil.

Já bolei uma teoria da inteligencia genética, veja a seguir os grifos dessa:

''o primeiro homem surgiu na África, visto que negros originam brancos, nunca brancos originam negros. Numa síndrome genética, o homem africano originou descendentes com ausencia de pigmentação na pele (descendentes brancos). O homem branco, incomodado pelo calor da África, imigrou-se para a Europa e Ásia devido ao ambiente frio e propício para a sua pele clara, essa imigração originou uma inteligencia a mais por ter de se adaptar em ambientes novos''

OBS: é claro que existe uma coisa que prefiro chamar de coeficiente de inteligencia que varia de sujeito para sujeito.

Essa inteligencia que os nossos ascendentes brancos desenvolveram foram sendo passadas de geração a geração até os dias atuais.

Estímulo, é o que desenvolve a inteligencia enquanto técnica, desenvolve por um objetivo (estímulo), por exemplo: vestibular, entrar no vestibular exige esforço, horas de sono reduzidas, tudo para um dia você ter o privilégio que muitos não terão: estudar nas melhores universidades do país. Nesse caso se você estudar vide este estímulo voce vai desenvolver assim sua inteligencia.

É importante que se preze que inteligência 'estimulada' ou técnica quando não desenvolvida implica em comodismo, que é o que acontece com quem não tem estímulo.

Criatividade é mais importante que a inteligencia - Albert Einstein

Einstein de fato estava certo visto que quando 'não existia algo', 'existia nada', as coisas foram sendo criadas ou pela criatividade ou por se tornarem discrepantes do 'nada' espontaneamente. Criação é um cognato para criatividade. E inteligencia seria apenas 'uma revisão' dos conceitos já criados pela criatividade.

Frieza não estou certo se frieza possui alguma relação com inteligencia, mas a princípio vou considerar que sim, em partes.

Também não estou certo em dizer que frieza anula criatividade. Mas me parece bem razoável a idéia de que um sujeito sério não tenha tanta criatividade quanto outro normal.

Fatalismo

Além de ser uma concepção filosófica que assumi a existência do destino e/ou inexistência (em partes) do livre-arbítrio, é uma oposição ao pragmatismo.

Fatalismo conceitua que a razão (acéfala) geratriz da idéia de existência do livre-arbítrio se liga ao fato de ''ignorarmos a realidade'' de não sermos seres-oniscientes/onipresentes.

Isso significa: nós 'caimos na lábia' quando pensamos que podemos mudar nosso destino por não sabermos o nosso futuro. Num exemplo prático: é normal que as pessoas comuns tenham idéias do tipo - 'se eu pensar, agora, posso moldar meu futuro da melhor maneira possível' logo não creio em destino.

Vamos analisar por partes a linha de pensamento da pessoa que 'cai na lábia' - o sujeito deduziu (errôneamente) que pensando (agora), poderia chegar na melhor alternativa/'melhor molde' para alguma dada atividade/ação do futuro. A dedução da pessoa se esvai no momento em que 'pensa que seu atual pensamento' mudará o futuro.

O que ocorre empiricamente é: esse 'atual pensamento' consome determinado tempo no período cronológico da terra e pela 3º Lei de Newton ('a' impulsiona 'b' que impulsiona 'c' etc.) todas as ações ocorrem numa sequência fatalítica durante o período cronológico de vida da terra, que fora determinado no primeiro momento do Big Bang; isto é o fim (Big Crunch) foi pré-determinado no começo.

Se as ações no mundo empírico ocorrem espontaneamente, sem relação-estreita com as ações do homem, então o homem passa a ser mero reagente da natureza, e a mesma não vive em função de nós e sim o contrário.

'O destino, segundo Nietzsche, propõe ciclicamente as mesmas situações; não sendo assim possível interpretar a vida, se iludindo de poder nela agir, mas é preciso aceitá-la com uma simplicidade infantil'.