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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dualidade alemã - 2º Grande Guerra

Considerando que hajam dois dois padrões tidos/vistos como normais na Alemanha: a inteligência e a frieza.
Trabalhando agora na personificação desses dois padrões: Einstein e Hitler, respectivamente. Dois intelectuais influentes e historicamente ligados à Alemanha.
Einstein expressa o padrão da inteligencia vide teoria da relatividade e Hitler expressa a frieza para com o qual genocidou os judeus.
A teoria é sintetizada por fatos ocorridos durante a 2° Grande Guerra Mundial:
- perseguiçaõ e genocídio de judeus
- humilhação economica alemã
Adequando a consideração do padrão bipolar alemao à descrita situação geratriz há duas formas distintas de interpretação para a isto a inteligível e a fria (enquanto propriedade).
- Inteligível Einstein percebe a disparidade economica entre o alemão e o judeu na Alemanha e curiosamente se converte ao judaísmo. Saliento que possa haver alguma relação entre inteligência e (leigamente falando) ''aceitar as coisas como são sem guerriar'' (dentro de um contexto de sistemas de ética).
- A fria (emocional) Hitler culpa os judeus pelo buraco cujo o qual se encontra a economia alemã visto que esses possuíam grandes empresas e pela prática de usura no empréstimo de recursos dos EUA (judeus ocupam classes altas nos EUA) para os países perdedores da 1º Guerra Mundial. Depois da ascensão de Hitler, o mesmo genocida os judeus. A realidade é que Hitler agia na política emocionalmente pois tratava-se de um apaixonado pela Alemanha, vide Mein Kampf e o fato de nunca precisar sair desse país a não ser por causa expansionista, some isto ao fato dele (Hitler) ter tido aulas com um professor anti-semita na infancia. Como complemento: sabemos que paixão é algo ligado com irracionalidade.

conclusão (resumo)

Hitler e Einstein representam frieza e inteligencia alemã, respectivamente. Com a situação geratriz, Hitler, por se tratar de um germanofílico agiu irracionalmente, iniciou a guerra e matou os judeus.
Einstein migrou-se para os EUA e lá criara a fórmula da bomba atômica e deu a mesma de mao-beijada a para Eisenhower explodi-la no Japão, não dando fim a guerra pois o Japão já havia se rendido, mas marcando o ultimo ataque armado.
Hitler iniciou a guerra agindo irracionalmente. Einstein com a criação da bomba atômica) só ratificou o cessamento da mesma com uma sutileza reflexo de sua inteligencia.
No começo a Alemanha sozinha estava 'dando conta' de frança e inglaterra. Logo, ignorando a presença destes e da Itália que traiu a Alemanha.
Relação inteligencia-criatividade

É normal que se tenha a idéia de juízo da inteligência por nota em prova ou gosto por coisas ditas como 'de nerd', que já é uma errata visto que o sentido literal de nerd é: pessoa sem vida social, podendo ou não tirar notas boas.

Todavia, ainda não há uma definição universal para a inteligencia.

Então para retroagir nesse campo ainda sem definição, podemos apenas fazer comparações a fim de estabelecer um pseudo-padrão de inteligencia - - - penso eu - - -.

Inteligencia tem basicamente relação-estreita com genética e estímulo.

Genética, entenda o enclave genético como imutável, logo se você não nasceu com 'razoável' inteligencia nesse enclave, não pense que voce poderá desenvolver tão fácil.

Já bolei uma teoria da inteligencia genética, veja a seguir os grifos dessa:

''o primeiro homem surgiu na África, visto que negros originam brancos, nunca brancos originam negros. Numa síndrome genética, o homem africano originou descendentes com ausencia de pigmentação na pele (descendentes brancos). O homem branco, incomodado pelo calor da África, imigrou-se para a Europa e Ásia devido ao ambiente frio e propício para a sua pele clara, essa imigração originou uma inteligencia a mais por ter de se adaptar em ambientes novos''

OBS: é claro que existe uma coisa que prefiro chamar de coeficiente de inteligencia que varia de sujeito para sujeito.

Essa inteligencia que os nossos ascendentes brancos desenvolveram foram sendo passadas de geração a geração até os dias atuais.

Estímulo, é o que desenvolve a inteligencia enquanto técnica, desenvolve por um objetivo (estímulo), por exemplo: vestibular, entrar no vestibular exige esforço, horas de sono reduzidas, tudo para um dia você ter o privilégio que muitos não terão: estudar nas melhores universidades do país. Nesse caso se você estudar vide este estímulo voce vai desenvolver assim sua inteligencia.

É importante que se preze que inteligência 'estimulada' ou técnica quando não desenvolvida implica em comodismo, que é o que acontece com quem não tem estímulo.

Criatividade é mais importante que a inteligencia - Albert Einstein

Einstein de fato estava certo visto que quando 'não existia algo', 'existia nada', as coisas foram sendo criadas ou pela criatividade ou por se tornarem discrepantes do 'nada' espontaneamente. Criação é um cognato para criatividade. E inteligencia seria apenas 'uma revisão' dos conceitos já criados pela criatividade.

Frieza não estou certo se frieza possui alguma relação com inteligencia, mas a princípio vou considerar que sim, em partes.

Também não estou certo em dizer que frieza anula criatividade. Mas me parece bem razoável a idéia de que um sujeito sério não tenha tanta criatividade quanto outro normal.

Fatalismo

Além de ser uma concepção filosófica que assumi a existência do destino e/ou inexistência (em partes) do livre-arbítrio, é uma oposição ao pragmatismo.

Fatalismo conceitua que a razão (acéfala) geratriz da idéia de existência do livre-arbítrio se liga ao fato de ''ignorarmos a realidade'' de não sermos seres-oniscientes/onipresentes.

Isso significa: nós 'caimos na lábia' quando pensamos que podemos mudar nosso destino por não sabermos o nosso futuro. Num exemplo prático: é normal que as pessoas comuns tenham idéias do tipo - 'se eu pensar, agora, posso moldar meu futuro da melhor maneira possível' logo não creio em destino.

Vamos analisar por partes a linha de pensamento da pessoa que 'cai na lábia' - o sujeito deduziu (errôneamente) que pensando (agora), poderia chegar na melhor alternativa/'melhor molde' para alguma dada atividade/ação do futuro. A dedução da pessoa se esvai no momento em que 'pensa que seu atual pensamento' mudará o futuro.

O que ocorre empiricamente é: esse 'atual pensamento' consome determinado tempo no período cronológico da terra e pela 3º Lei de Newton ('a' impulsiona 'b' que impulsiona 'c' etc.) todas as ações ocorrem numa sequência fatalítica durante o período cronológico de vida da terra, que fora determinado no primeiro momento do Big Bang; isto é o fim (Big Crunch) foi pré-determinado no começo.

Se as ações no mundo empírico ocorrem espontaneamente, sem relação-estreita com as ações do homem, então o homem passa a ser mero reagente da natureza, e a mesma não vive em função de nós e sim o contrário.

'O destino, segundo Nietzsche, propõe ciclicamente as mesmas situações; não sendo assim possível interpretar a vida, se iludindo de poder nela agir, mas é preciso aceitá-la com uma simplicidade infantil'.