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Patriotismo é coletivo de egoísmo ?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

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Bom, eu me considero uma excentricidade tendo em vista várias concepções e/ou atitudes discrepantes com o ''padrão tido como normal'' pelo cidadão médio.

Isso decorre do fato de que coisas que me interessam normalmente não interessarem às outras pessoas ou até mesmo a minha preferencia por estar/ficar em grupos pequenos de pessoas, não sou mto sociável embora adore sair (principalmente matinês) e fazer novas amizades.

Nunca subestimo um amigo, sei bem ser um ombro amigo quando esse precisa, odeio ser forçado a demonstrar afeto tão quanto ser subjugado por alheios. Odeio cretinos em todos os sentidos (difícil nesse país, né?) - as vezes me posiciono ''mais radicalmente'' contra meus desafetos, sou muito idealista, mas nas medidas certas, sistemas de ética me interessam. Prefiro acreditar no pragmatismo ao fatalismo, mas admito que ele eh falho vide argumentos nietzschianos.

Eu raramente me apaixono, mas quando isso acontece eu fico obssecado e não enxergo limites, odeio admitir, tanto que procurei privar paixões concretas nesse ''quem sou eu''. Aliás aprendi mto vide ''vivencias apaixonadas'' principalmente nesses 2 últimos anos - paixões suprem a racionalidade e devem ser evitadas. Acho a supressão da razão um grande erro.

Sou mto questionador, mínimos detalhes me interessam, criar teorias é meu maior hobby. Condeno o ficcionismo inútil a exemplo dos livros de literatura que só servem para nos dar o hábito de leitura. Tento nunca perder o controle da situação mas isso quase sempre é falho =/ mas procuro constantemente mecanismo inibidores disso que a exemplo do ciúmes (vergonhoso) podem ser ''agnosticados'' - acho que teria que me especializar em Freud para resolver todos os meus problemas psico-físicos mas existe uma difícil barreira de ser transcendida: o comodismo, eu não corro atrás das coisas, talvez por isso que eu costume passar aperto para passar de ano. =S

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

'descatracalização da vida’

Meu treino para o vestibular, eu fiz UM texto

''manifestação artística que questionava os obstáculos e as restrições do cotidiano.'

A finalidade da demonstração de uma catraca com o nome invisível é condenar a atitude do governo acerca das restrições do cotidiano.
Desde o século XVIII o ideal de liberdade, contido no lema da rev. francesa, já era vigente, numa época em que o governo subjugava a liberdade dos cidadãos de eleger seu governantes, visto que tratava-se de uma monarquia.

Já no século XIX a Liberdade vem a tona nos assuntos econômicos como o ''Laissez-Faire'' sustentado pela idéia de que a liberdade do mercado seria agente auto-regulador.

Nas políticas a liberdade irrevogavelmente assume papel de sustentadora da concretização da democracia, impedindo a monopolilização de opiniões e consequentemente condena o subjetivismo autoritário.

A liberdade de opinião atua como pacificadora das situações de risco, por meio da crítica pensando no futuro.

Não há sentimento que descreva a liberdade. A liberdade por vezes é geradora de felicidade, o ''carpe diem'', mas essa não pode nunca ser contrária aos sistemas de ética, nunca pode assumir algum risco ao convívio em sociedade.