Bom, eu me considero uma excentricidade tendo em vista várias concepções e/ou atitudes discrepantes com o ''padrão tido como normal'' pelo cidadão médio.
Isso decorre do fato de que coisas que me interessam normalmente não interessarem às outras pessoas ou até mesmo a minha preferencia por estar/ficar em grupos pequenos de pessoas, não sou mto sociável embora adore sair (principalmente matinês) e fazer novas amizades.
Nunca subestimo um amigo, sei bem ser um ombro amigo quando esse precisa, odeio ser forçado a demonstrar afeto tão quanto ser subjugado por alheios. Odeio cretinos em todos os sentidos (difícil nesse país, né?) - as vezes me posiciono ''mais radicalmente'' contra meus desafetos, sou muito idealista, mas nas medidas certas, sistemas de ética me interessam. Prefiro acreditar no pragmatismo ao fatalismo, mas admito que ele eh falho vide argumentos nietzschianos.
Eu raramente me apaixono, mas quando isso acontece eu fico obssecado e não enxergo limites, odeio admitir, tanto que procurei privar paixões concretas nesse ''quem sou eu''. Aliás aprendi mto vide ''vivencias apaixonadas'' principalmente nesses 2 últimos anos - paixões suprem a racionalidade e devem ser evitadas. Acho a supressão da razão um grande erro.
Sou mto questionador, mínimos detalhes me interessam, criar teorias é meu maior hobby. Condeno o ficcionismo inútil a exemplo dos livros de literatura que só servem para nos dar o hábito de leitura. Tento nunca perder o controle da situação mas isso quase sempre é falho =/ mas procuro constantemente mecanismo inibidores disso que a exemplo do ciúmes (vergonhoso) podem ser ''agnosticados'' - acho que teria que me especializar em Freud para resolver todos os meus problemas psico-físicos mas existe uma difícil barreira de ser transcendida: o comodismo, eu não corro atrás das coisas, talvez por isso que eu costume passar aperto para passar de ano. =S
terça-feira, 30 de novembro de 2010
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