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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Fatalismo

Além de ser uma concepção filosófica que assumi a existência do destino e/ou inexistência (em partes) do livre-arbítrio, é uma oposição ao pragmatismo.

Fatalismo conceitua que a razão (acéfala) geratriz da idéia de existência do livre-arbítrio se liga ao fato de ''ignorarmos a realidade'' de não sermos seres-oniscientes/onipresentes.

Isso significa: nós 'caimos na lábia' quando pensamos que podemos mudar nosso destino por não sabermos o nosso futuro. Num exemplo prático: é normal que as pessoas comuns tenham idéias do tipo - 'se eu pensar, agora, posso moldar meu futuro da melhor maneira possível' logo não creio em destino.

Vamos analisar por partes a linha de pensamento da pessoa que 'cai na lábia' - o sujeito deduziu (errôneamente) que pensando (agora), poderia chegar na melhor alternativa/'melhor molde' para alguma dada atividade/ação do futuro. A dedução da pessoa se esvai no momento em que 'pensa que seu atual pensamento' mudará o futuro.

O que ocorre empiricamente é: esse 'atual pensamento' consome determinado tempo no período cronológico da terra e pela 3º Lei de Newton ('a' impulsiona 'b' que impulsiona 'c' etc.) todas as ações ocorrem numa sequência fatalítica durante o período cronológico de vida da terra, que fora determinado no primeiro momento do Big Bang; isto é o fim (Big Crunch) foi pré-determinado no começo.

Se as ações no mundo empírico ocorrem espontaneamente, sem relação-estreita com as ações do homem, então o homem passa a ser mero reagente da natureza, e a mesma não vive em função de nós e sim o contrário.

'O destino, segundo Nietzsche, propõe ciclicamente as mesmas situações; não sendo assim possível interpretar a vida, se iludindo de poder nela agir, mas é preciso aceitá-la com uma simplicidade infantil'.

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